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Palavras são apenas palavras. Mas estas podem dizer muito sobre quem as escreve. Brevemente declaro algumas para que sejam mergulhadas em outras bocas, outros olhares.

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Minha Calma

As vezes parece
tao difícil entender isso tudo.
Me perco no tempo
e nas suas graças.
Esqueço minha tristeza
à cada vez que vejo teu sorriso.
Não disfarço minha fragilidade
estando em teus braços.
Me tirou a paz,
a razão.
Mas trouxe de volta meu sorriso,
minha doce alegria de transcrever
o que sinto.
É confuso tudo que desejo,
mas sendo tão simples.
Esse calor que conforta meu coração,
parece tao fácil e tao difícil de conseguir.
Temo o que sera  disso.
Sentir esse conforto entre as mãos
e depois nada.
Não quero perder esse pouco

de sanidade que traz a minha vida.

quarta-feira, 10 de junho de 2015

É assim

De todas as maneiras
Que tento não me render
Esse jeito me desestrutura
Tira toda minha sanidade.

Me perco nos seus traços
Desejando nunca perder
Esse calor junto a mim
Que me completa.

Você tem o melhor de mim
Mesmo que não perceba
Meus sorrisos são mais bonitos
Com você.

No final só o que importa
É que você me tem por completo
Me deixando com esse medo
De perder você dos meus braços.

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Lógica


Me deixo levar pelas circunstancias
e acabo me deparando com sentimentos
que não desejei em nenhuma hipótese.

Perante tudo que sei
esta opção não cabe em meus planos,
muito menos a quem envolve.

Deixei muito de lado
pra me subjugar a isso novamente
e ter no fim as mesmas decepções.

Gosto muito de tudo que envolve,
mas desconsidero qualquer afável sentimento por mim.
Não é plausível, nem mesmo imaginável.



sexta-feira, 6 de junho de 2014

Singularidade

Nem tudo que se vê
É o que se realmente é.
Aquele sorriso bobo
Com um olhar meigo
Esconde a beleza
Do proprio ser.
Um dia, uma noite
Uma semana, duas.
Nao são capazes
De lhe mostrar
O que escondo por traz do olhar.
A singularidade dos gestos
Não qualificam os sentimentos.
A plenitude do ser
Não pode ser vista, nem sentida
Com um olhar
Ou o selar de um beijo.
Sou tudo e nada
Do que se vê.
Me tocar não é
O mesmo que decifrar-me.
Escondo segredos
Que seus olhos nunca
Seriam capaz de desvendar.
Não sou, nem fui
Aquilo que se teve nas mãos
Nao se pode conhçer
O que não lhe é ofertado.
Desejar, imaginar
Tudo não passa do intocável.
Descrita como imatura
Julgam conhcer-me,
Mas pouco se sabe realmente.
O mistério desse olhar
Esconde uma menina
Singela e esperançosa.
Uma mulher
Tentando descobrir seus anseios
Superar seus medos.
Vivendo intensamente
Cada batida do coração
Conhecer-lhe como?
Se não consegue obter
Nem a pureza de seus sentimentos.

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Relativa felicidade

Depois de uma dia nada agradável
Poderia-se dizer que seria só mais um dia
Como os outros.
Mas derrepente
Brota um sorriso bobo
Cheio de esperança e bons presagios
Em um rosto cansado como o meu
Surgiu do nada, sem justificativa
E teima em ficar.
Aquele sorriso que me faz viajar pro nada
Como se estivesse flutuando
Que se delicia com a simples visão
Da agua escorrendo por entre os dedos
Como se fosse pura magia
Que vê no toque da pele
A maior beleza ja lhe ofertada
Projetando-lhe lágrima nos cantos dos olhos
Assim que percebe a beleza de tais gestos
Que lhe mostraram novamente
O caminho das palavras antes perdidas.
Uma felicidade repentina
Sem lógica
Somente um sorriso bobo
Que lhe dá paz.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Ingenuidade aparente


Ingenuidade aparente
De um ser unicamente brilhante
Sem duvidas a transparecer
Objetividade irreverente
Emoção do olhar a cada verso escrito
Não por passa tempo
Mas transmitindo
O verdadeiro sentido do seu interesse
O tempo não fecha
As marcas deixadas por este
Que me fez voltar a sonhar
Delicadeza no olhar
Que assusta com a profundidade de tuas palavras
Conquista nunca antes alcançanda
Amizade eterna
Com sabor de pura paixão
Desejo que supera o tempo
Palavras de inigualável prazer.

Jogo Incerto


Duvidas exploram minha pobre alma
Que desesperadamente se refugia no improvável.
Refugio esse que enlouquece minha razão.
O interesse me denota muitas contradições.
Meu desejo é ceder a este infame sentimento,
Ao qual rogo por respostas.
Absurdamente quero me jogar,
Mas que conseqüências isso me trará?
Conseqüências estas que não sei
Se estarei disposta a conhecer.
Perguntas quero fazer,
Mas será que as respostas
São as esperadas por mim?
Seguramente não.
Garantias não as tenho,
Mas certamente revelações de tais situações ocorreram.
Inconseqüente sentido ao qual duvidas me decaem.
A lógica de tudo seria fácil,
Mas pensamentos são abatedouros de ideais.
Se minhas respostas fosse possível obter
Seria mais fácil decidir algo
Devo me deixar corromper por tais devaneios?